Mais uma descoberta musical que queria muito compartilhar com vocês aqui no blog há tempos… Pelo menos com quem como eu ainda não conhecia!

Pra quem acompanha meus garimpos pelo Instagram (segue lá @ninecopetti), deve lembrar do dia em que dei de cara com um CD lindo na Livraria Cultura aqui de POA – numa prateleira solitária, não mais que três ou quatro do mesmo, com uma capa atraente e que logo tratei de pegar, sem pensar muito…

Fui direto aos fones de ouvido da livraria pra conferir!

Era um tesouro, gente! Não teve uma sequer faixa que eu pudesse dizer que não valia a pena escutar, era como me transportar para outro mundo, mais tranquilo, mais sereno, completo.

Escutei o CD todo e dali fui direto ao caixa, assim mesmo, sem pensar direito ainda e feliz por dentro.

Mais uma vez (aviso) para quem, assim como eu, é super desligada e ouve por anos a fio os mesmos artistas, as mesmas músicas e não costuma se atualizar nesse tema, eu digo: foi uma surpresa e tanto encontrar esse CD.

[senta que lá vem história – e pra quem já conhece, pode pular pro final, combinado?]

O título desse álbum é o homônimo de um filme do Sean Penn, que por sua vez é inspirado no livro também de mesmo nome, do escritor e jornalista Jon Krakauer. Ambos baseados na história verídica de Christopher McCandless, um garoto que larga tudo para ir viver no meio da floresta e tentar se manter apenas com o que a natureza tem a oferecer.

Pra vocês entenderem um pouquinho da história (via Wikpédia):

Chris McCandless cresceu nos subúrbios de Annandale, Virgínia. Após a sua graduação, em 1990, tendo terminado com notas altas na Universidade Emory, McCandless deixou de manter contacto com os pais, doou o seu fundo universitário no total de 17 mil euros a uma organização intitulada de Oxfam, e começou a viajar no seu carro, que acabaria por abandona-lo mais tarde. Em Abril de 1992, McCandless foi de boleia até Stampede Trail no Alasca em busca de (como o título diz), uma vida selvagem. Logo, dirigiu-se a um caminho coberto de neve e começou a sua odisseia com apenas 10 quilos de arroz, uma espingarda de calibre 22, várias caixas com cartuchos, uma máquina fotográfica e uma pequena selecção de livros – incluindo um guia, intitulado Tan’ina Plantore, acerca das plantas comestíveis existentes na região. Negou a oferta de um conhecido que lhe quis comprar roupa mais resistente e um abastecimento melhor. Chegando no seu destino, Christopher encontra um autocarro (do qual hoje é um ponto turístico) e passa a morar nele. Após ter sobrevivido mais de 100 dias, morreu em meados de Agosto por uma planta venenosa, e o seu corpo foi encontrado, em inícios de setembro, por um grupo de caçadores de alces.

Pois é… História incrível, né? Eu nunca tinha ouvido falar nesse livro/filme! Nem no Eddie e, bem, talvez um pouquinho sobre Pearl Jam, mas na verdade lembro mais de querer saltar de Bungee Jump ouvindo algo da banda no pátio de uma danceteria no interior do RS!!! É a vida, né!

Mas já dei um jeito de me “atualizar” e o super Netflix me ajudou, o filme é tão incrível quanto a trilha, preparem o coração se vocês também não assistiram ainda. Um drama que faz a gente refletir sobre a vida toda e mais um pouco. Pesado, intenso, como todo bom filme deve ser. Recomendo!

Voltando à musica, descobri então que Eddie Vedder é o vocalista da tal banda Pearl Jam, que segundo marido me contou é muito boa (sim, já dei um jeito de baixar mais algumas músicas e me atualizar sobre isso também).

Esse foi seu primeiro álbum solo, e também a trilha sonora para o filme. O álbum inteiro é uma delícia de ouvir, não tem uma faixa que não me apaixone, ouço o dia inteiro se puder e ainda marco o “repeat”! O cara tem uma voz divina, toca bem pra caramba e tem esse estilo musical que eu adoro! Pra ouvir on the road/ all the time.

Fiz uma experiência para vocês escutarem o álbum, não sei se vai dar certo, qualquer coisa me avisem, ok?

Uma playlist incorporada ao post via Plaay:

Bem, a experiência do app Plaay, digamos, não deu certo! Então, deixo aqui o clipe com minha música favorita:

Curtiram? Já conheciam? Me contem tudo, não me deixem só, nessa vida de desinformada musical, tá bom? Hahaha!

  Ei, curte aqui, vai! :(

Nine Copetti

Dizem por aí que já nasci com um livro embaixo do braço. Ando pelas ruas com o olhar pro alto a procurar nuvens que sejam algodão doce e passarinhos que versem sobre o dourado lindo do sol que chega de mansinho. Desanuvio meus pensamentos em palavras que se tornam meus textos de escape, faça sol ou chuva. Nos dias de chuva eu capricho mais. Dizem.

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