Oi, gente!

Já estou totalmente em ritmo de trabalho (ainda bem que as aulas acabaram, só reiniciam em Julho) e implorando por férias de novo – pra não perder o costume!

Lembram que falei sobre o Café & Prosa aqui!

 

Falei sobre o quanto o lugar é fofo, maravilhoso, super alto astral e tal, apesar da demora no atendimento – que parece que faz parte da estratégia deles, que diz que devemos aproveitar melhor o tempo, e enquanto eles preparam nossas delicias, devemos ficar curtindo a companhia, o ar puro e a beleza do lugar!

Pois é, não resistimos muito tempo e acabamos voltando lá num desses finais de semana ensolarados de POA. A diferença é que desta vez aproveitamos pra conhecer também a floricultura Winge!

Dizem que a Winge é super tradicional na Zona Sul, quem morou lá quando criança reconhece a fama. Ela (tá, assim como tantas outras floriculturas) é repleta de flores, folhagens, mudas, acessórios e ferramentas pra jardinagem entre tantas outras coisas.

Bem, então o que faz dela uma floricultura tão especial ou diferente? Simples: o lugar. A floricultura fica em um terreno muito grande e além do colorido esperado de qualquer loja especializada em plantas, ela fica em meio à muitas árvores, fazendo com que em toda parte tenha uma sombra amiga em dia de sol. E que dia ensolarado estava.

Andamos em todas as partes possíveis, em meio a beleza incrível das flores…tudo tão bem cuidado, tão inspirador que nem dá vontade de sair de lá.

E pra ficar perfeita, depois de comprar algumas flores ou plantas pra sua casa ou seu jardim, ainda pode terminar a função com um espressinho delicioso e uma torta cheesecake com calda de frutas vermelhas dos deuses (já falei sobre isso também, hahaha) ou qualquer outra delícia do cardápio.

Resumindo, só com fotos pra vocês terem noção e ficarem com aquela vontade de conhecer esse cantinho mágico da cidade:

E aí, é pra se apaixonar ou não???

Um ótimo final de semana pra vocês,

Beijo, beijo…

  Ei, curte aqui, vai! :(

Nine Copetti

Dizem por aí que já nasci com um livro embaixo do braço. Ando pelas ruas com o olhar pro alto a procurar nuvens que sejam algodão doce e passarinhos que versem sobre o dourado lindo do sol que chega de mansinho. Desanuvio meus pensamentos em palavras que se tornam meus textos de escape, faça sol ou chuva. Nos dias de chuva eu capricho mais. Dizem.

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