Oi, pessoal!!!

Como vocês passaram o feriado de carnaval? Fizeram festa, pularam as três noites, enterraram os ossos e voltaram pro trabalho parecendo que nem tiveram tantas folgas assim, ou foi mais no relax, na tranquilidade do lar ou de lugares longe da baderna?

Qualquer que tenha sido a escolha de vocês, espero que tenham aproveitado muito!

Minha folga de carnaval foi nesse ritmo: o dia todo a música que não parava de tocar aqui em casa: dinda, dinda, dinda… e às vezes variava um pouquinho: dindo, dindo, dindo!!! Hahaha! Muito bom ter o Léo aqui em casa,  nosso primeiro e único afilhado! Eles fizeram uma “conexão” em POA, depois foram passar uns dias em Bombas, ah que chato, né!

Pra aproveitar melhor a visita rápida, levamos o Léo em todos os programas possíveis, inclusive no Arvorismo do Barra Shopping Sul, que a Mari, do Diário de Bordo, andou indicando lá no blog dela! Esse menino não tem sossego, tem que ter mil atividades pra dar conta!!!

E como vocês podem ver pelas fotos abaixo, pra aproveitar melhor esse pitstop antes da praia, também resolvemos levá-los pra conhecer um pedacinho da Serra Gaúcha, o Jardim da Serra, mais propriamente dito – Nova Petrópolis (ainda faltou Gramado, Canela, Bento Gonçalves… mas fica pra outra vez).

Dessa vez eu me arrisquei (tudo pra agradar o gurizinho adorado da dinda, né) e me meti até no Labirinto Verde com o Léo. Que sufoco achar o centro do negócio, hahaha, precisamos de resgate, imaginem se não – cunhado foi nos buscar e claro que caímos na risada depois do susto!

Mas a melhor parte desse passeio num dia que prometia muita chuva mas foi bonzinho e nos deu alguns raios de sol, foi que resolvemos conhecer a Aldeia do Imigrante, um parque fechado que merece uma visita demorada, no ritmo que a natureza pede!

 

Conhecido como Parque Aldeia do Imigrante, é praticamente um museu à céu aberto, ele simula uma aldeia alemã, com suas casas e estabelecimentos em enxaimel, tem escola, casa do professor, banco, serraria, igreja e até cemitério (ui), entre muitas outras construções, além de detalhes que para quem curte conhecer as memórias de um povo, é prato cheio! Tem louças, roupas, objetos de decoração, móveis… Tudo ali foi preservado e montado de forma que a gente se sinta realmente visitando uma aldeia alemã!

Fora isso, a natureza ao redor é de tirar o fôlego, lagos cheios de peixes e tartarugas, muitas orquídeas pelas árvores do parque, tudo lindo e muito bem cuidado, funcionários prestativos e infraestrutura de primeira!

E tem também lojinha de souvenires e um estúdio fotográfico onde podemos nos vestir com roupas de época e ser fotografados em cenários antigos.

Ah, tem também um restaurante dentro do parque, o Biergarten, típico alemão, com cardápio super variado, preço justo e climatizado na medida! Com o calor que fazia na rua e depois de uma super volta no parque, era o mínimo que desejávamos, né!!!  E com sobremesas deliciosas! Pra quem curte, tem um Apfelstrudel de comer rezando, uma loucura!!!

Fico devendo as fotos do restaurante porque depois da caminhada chegamos tão famintos que claro que não deu tempo de fotografar nada inteiro nos pratos, mas vocês podem conferir no link acima!

Mais sobre o Parque, segundo a prefeitura:

Foi criado para resgatar e preservar o passado histórico dos imigrantes que colonizaram esta região, predominando a imigração alemã. O Parque está dividido em dois espaços, sendo o primeiro a Aldeia Bávara e o segundo a Aldeia Histórica, na qual há a representação da história dos primeiros imigrantes em forma de Museu Vivo. Além de preservar o patrimônio cultural, o patrimônio natural também é preservado.Inaugurado oficialmente em 12 de janeiro de 1985, ele ocupa uma área de aproximadamente dez hectares, sendo a maior parte mata nativa. Na entrada do Parque foi erguida uma “Aldeia Bávara” com os seguintes elementos arquitetônicos: “Pórtico de Entrada”, lojas de malhas, artesanato e produtos coloniais, “Salão de Baile”, Quiosque para apresentação do rico folclore da região e o “Biergarten” (Jardim da Cerveja). Estes prédios foram construídos para as tradicionais festas do Município. No coração do Parque, a reconstrução de antigos prédios históricos com técnica “enxaimel”, removidos de diversas localidades do interior, constituem a “Aldeia Histórica”, demonstrando a estrutura e funcionamento de uma aldeia de Imigrantes, entre os anos de 1870 e 1910. Nesta Aldeia, encontram-se as seguintes construções, algumas com aproximadamente 100 anos: Capela do Imigrante, cemitério, venda com salão de baile, réplica da primeira sede da cooperativa de crédito mais antiga da América Latina, casa com cantina, ferraria, escola comunitária, casa do professor, casa do sapateiro, casa paroquial, estúdio fotográfico de foto à moda antiga, de Germano Schüür, e o Museu Histórico Municipal.

Lugar lindo demais, né!

Nova Petrópolis tem sido a nossa cidade queridinha para aquele passeio rápido, mas que renova as energias, nos faz respirar um ar mais puro e conhecer gente de alto astral, com um sorriso no rosto sempre! Um lugar perfeito pra descansar, sem o burburinho e os altos preços de Gramado, nem a loucura de Porto Alegre!

Vale a pena tirar um dia (bate e volta mesmo) pra ir conhecer esse lugar e tantos outros cantinhos de Nova Petrópolis!

Pra quem quiser conhecer, no site da Prefeitura Municipal tem todas as informações que a gente precisa e eles estão super presentes no Facebook.

Um ótimo final de semana pra vocês!

 

  Ei, curte aqui, vai! :(

Nine Copetti

Dizem por aí que já nasci com um livro embaixo do braço. Ando pelas ruas com o olhar pro alto a procurar nuvens que sejam algodão doce e passarinhos que versem sobre o dourado lindo do sol que chega de mansinho. Desanuvio meus pensamentos em palavras que se tornam meus textos de escape, faça sol ou chuva. Nos dias de chuva eu capricho mais. Dizem.

3 comentários

Karla Keunecke · 26 de fevereiro de 2013 às 01:30

Nossa, que delícia de passeio, amiga!! E as fotos?? Ficaram demais!!! tenho certeza que o seu afilhado amouuuu!

beijo, amiga!!!

    Nine Copetti · 26 de fevereiro de 2013 às 22:50

    Obrigada, amiga!!!
    Sim, ele adorou! Como ele mora no interior, tudo o que vê é diferente, ele se encanta, se admira… um amor de ouvir ele exclamando o tempo todo: dinda olha isso, dinda olha aquilo e ainda cheio das gírias da idade, fofo demais!
    Beijinhos

Festival Internacional de Folclore | Nova Petrópolis RS · 17 de agosto de 2014 às 23:16

[…] a cidade já falei aqui e em alguns outros posts aleatórios, é nosso xodó na Serra Gaúcha, pra quando a gente quer um […]

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