“E ele está parado na minha frente agora.

Então, o que peço? Algo que não tenho certeza de que quero? Alguém que não tenho certeza de que preciso? Ou alguém que sei que não posso ter?

Que se dane. Deixe os fatos decidirem.

Eu desejo o que é melhor pra mim.”

(Anna Oliphant, no marco zero de Paris, fazendo seu primeiro pedido)

 

 

O livro mais fofo, lindo e romântico dos últimos tempos! Amei ler esse romance, estou emocionada até agora, querendo muito que o livro não tivesse acabado… Ou que pelo menos houvesse uma esperança de continuação.

Fazia tempo que não me emocionava tanto com um livro, acho que desde Marley e Eu e O Caçador de Pipas (esse chorei a valer).

A história é a seguinte: Anna é uma estudante, filha de um escritor desses de quinta categoria. Ela trabalha em um cinema da sua cidade, Atlanta. Ela é apaixonada por Toph e amiga de Bridge.

De repente seu pai decide que ela deve ir para a SOAP – School of America in Paris. É seu último ano antes de ir pra faculdade, ela não queria sair de perto dos seus amigos. Tudo bem, a escola fica em Paris, a cidade luz, a cidade mais romântica do mundo, mas e daí? Ela definitivamente não quer ir pra lá, não quer deixar seus amigos em Atlanta, seu irmão caçula e sua mãe. Mas ela foi obrigada, então vai.

E daí em diante, desde o primeiro dia de aula, suspiros, suspiros, suspiros… E nada mais que eu diga fará tanto sentido quanto se vocês lerem esse romance.

“[…] ambos sabemos que ele sabe tudo sobre a vida parisiense, ao passo que eu tenho a sabedoria de um croissant de chocolate.”

Posso adiantar que ela muda completamente seu pensamento sobre estudar na França aquele ano, e a uma certa altura do campeonato, ela já nem desejará voltar pra sua cidade. Vocês podem imaginar porque?

Bem, digamos que a culpa de tudo ter dado tão certo é de um tal de um menino chamado Etiènne St. Clair: um menino americano, com sotaque inglês e trejeitos franceses. Bonito, inteligente, bem humorado e muito charmoso, do tipo irresistível sem reservas! Lembrando que é um romance de colégio (nada demais, nada de tons de cinza… hahaha). Não é bem sobre o primeiro amor, nem bem exatamente sobre aqueles amores de colégio, que passam rápido como uma rajada de vento, mas é do tipo de amor que dá cócegas na alma, que faz as borboletas dançarem alegremente no estômago. É. Aquele mesmo amor que faz a gente ver tudo mais colorido, mais leve, mais bonito. E que nos deixa meio cegas, meio perdidas, meio… Apaixonadas! Pronto.

Se bem que com tantos adjetivos esse menino já deve ter várias meninas no pé, se bobear tem até namorada, né… E tem! E não vai ser nada fácil essa parte… Mas o amor é algo surpreendentemente mágico.

Estão prontas? Então, não deixem de ler assim que tiverem oportunidade, pois essa leitura faz um bem danado de bom pra alma da gente!!!

Sinopse:

“Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina… Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada… Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer? Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos formigando e corações derretendo.

 

Pra quem quiser saber mais sobre a autora, aqui está o site dela: Stephanie Perkins – No site tem mais detalhes sobre esse livro e o próximo da série (sei que não vou resistir na próxima visita a Livraria Cultura, kkk) Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Além das informações gerais, a escritora teve o cuidado de criar uma playlist para os momentos especiais dos seus personagens, fofo né! (confesso que as músicas não fazem nem um pouco meu estilo, mas combinam com a idade dos personagens, digamos assim). Está tudo lá, não deixem de escutar também!

Ah, já estava me esquecendo: a capa é linda de viver, com o título em relevo, com uma fonte linda (amo fontes desenhadinhas, cursivas) e me digam se essa capa não daria uma cena de filme? Eu adoraria saber que um dia esse livro servisse de inspiração para um filme, seria belíssimo!

 

Pequena observação: Notei, não sei se todos que lerem irão notar ou achar que é importante, que a tradução deixa bastante a desejar, além de algumas frases bem confusas, diálogos se misturam a narrativa, inclusive dando a impressão de misturar personagens. Não sei, talvez seja impressão minha, pois leio sempre de manhã cedinho e no final da noite! Se for mesmo, é um descuido muito feio.

Mas a história é um romance perfeito, daqueles que a gente fica sonhando acordada, que lembra os tempos de paquera, dos primeiros sinais, ainda confusos, do amor! As dúvidas, os nervosismo, o toque de mãos, o primeiro beijo!!! Leiam, leiam, leiam!!!

Pra terminar,

“Por nós dois, a palavra casa não é um lugar. É uma pessoa. E nós, finalmente, estamos em casa.”

Bisous,

  Ei, curte aqui, vai! :(

Nine Copetti

Dizem por aí que já nasci com um livro embaixo do braço. Ando pelas ruas com o olhar pro alto a procurar nuvens que sejam algodão doce e passarinhos que versem sobre o dourado lindo do sol que chega de mansinho. Desanuvio meus pensamentos em palavras que se tornam meus textos de escape, faça sol ou chuva. Nos dias de chuva eu capricho mais. Dizem.

4 comentários

Ana Paula · 6 de fevereiro de 2013 às 00:02

Nine, vc nao vai acreditar, mas eu estou lendo esse livro no momento!!! Eu entrei no meu blog agora e vi a atualizacao daqui do seu. Na verdade eu comprei esse livro ha um ano e nao gostei mt no comeco, mas resolvi dar uma nova chance. Comprei sem nem saber qual era a historia, so porque gostei do titulo, que tem o meu nome. rsrsrs
Bjsss
Depois te falo o q achei…

    Nine Copetti · 7 de fevereiro de 2013 às 00:51

    Às vezes isso acontece, né, Ana… Tomara que agora, na segunda chance, tu curta a leitura, eu sou suspeita porque chego a sentir saudades dos personagens, tô sentindo uma falta enorme da continuação da história, acredita!!! Rsrsrs

    Me conta sim, eu fico super curiosa pra saber o que vocês acham, cada um tira algo diferente da leitura!!!

    Beijo, beijo!

Dica de Livro | 1984 – Desanuviamentos · 29 de maio de 2018 às 21:57

[…] fazer meus pensamentos voltarem ao normal: Anna e o Beijo Francês – que inclusive ganhou um post aqui assim que acabei a leitura. Sim, porque agora, tanto tempo depois, já estou lendo um terceiro […]

Dica de Livro | 1984 | · 17 de abril de 2013 às 01:30

[…] fazer meus pensamentos voltarem ao normal: Anna e o Beijo Francês – que inclusive ganhou um post aqui assim que acabei a leitura. Sim, porque agora, tanto tempo depois, já estou lendo um terceiro […]

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